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"A finalidade da arte é dar corpo à essência secreta das coisas, não é copiar sua aparência. (Aristóteles)






domingo, 24 de julho de 2011

Invadindo a Praça 5ª edição será na rua

Palhaça Paçoquinha fazendo brincadeiras com o público

O Projeto Invadindo a Praça está circulando os bairros do município de Vilhena, a 5ª edição do projeto aontecerá no dia 30 de julho (sábado), na Av. Melvin Jhones, em Frente a Base da Polícia Militar, no Bairro Cristo Rei.
Até o momento o projeto só foi apresentado nas praças, porém como não temos praça nesta localidade as apresentações aconteceram na rua mesmo. O público do evento, nas quatro edições anteriores, vem se firmando, famílias inteiras participam das apresentações.
Serão cerca de duas horas de apresentações teatrais, com performances, peças curtas, malabarismos, e número de palhaços. O projeto é patrocinado pelo Banco da Amazônia - BASA e possui apoio cultural do Ponto de Cultura Cone Sul Plural.

EVENTO

Invadindo a Praça - 5ª edição

Na Av. Melvin Jhones, em frente a Base da PM

Dia 30 de Julho de 2011(sábado)

A Partir das 19h00min

Aberto a todos os tipos de público.


AMAZÔNIA ENCENA NA RUA 2011

O Dragão de Macaparana Cia Fiasco de teatro Porto velho-RO, quem disse que santo de casa não faz milagres?

A 4ª edição do Amazônia Encena na Rua encerra-se hoje, 24 de julho, na capital, Porto Velho. O evento teve início no dia 18 de julho na Arena Madeira Mamoré, onde acontecem as apresentações teatrais e na beira do rio, no Complexo da Estrada de ferro Madeira Mamoré local onde aconteceram as oficinas e o Festival de Dança.
Esta edição do evento trouxe para Porto Velho vinte espetáculos de rua, além das inúmeras intervenções que ocorreram entre os espetáculos. Passaram pela Arena Madeira Mamoré os seguintes grupos: de Porto Velho, Ponto de Cultura ponto de Início (Meu boi Precioso); Grupo Quebra Cabeça (Meu Rio); Cia de Artes Fiasco (O Dragão de Macaparana); de Guajará Mirim, grupo metaeufóricos (Arigó); de Cuiabá(MT), Cia Aqueles dois( Umas e Outras); de Boa Vista(RR). Cia do Lavrado(A Farsa do Advogado Silva e Santos) e Grupo Locômbia de Teatro de Andanças(Esse Lugar é meu e uma valsa); de Belém(PA) Entreatos Cia de Artes( Exercício número II- Bufo e Zitinha e Eu aqui brigando com o mundo e vocês aí fazendo palhaçada); de São Luiz(MA) Cia Miramundo Produções culturais(Palita no Trapézio e Atrapalhaças); de Manaus, Cia Vitória Régia (O casamento da Filha do Mapinguari); de Palmas(TO), Os Taweras(O que é o amor); do Rio Branco(AC), Cia Vice e Versa de Ação Cênica(As Mulheres de Molière); de Presidente Prudente (SP), Grupo de Circo e Teatro Rosa dos Ventos (Saltimbembe Mambembancos e A farsa do Advogado Pathelin); de Brasília(DF), BRSA - Coletivo de Artistas ( Procura-se); e de Porto Alegre(RS) Oigalê - Cooperativa de Artistas Teatrais (A Máquina do Tempo e O Negrinho do Pastoreiro).
Além de toda esta produção que esteve disponível de forma gratuita na Arena Madeira Mamoré, acontecia paralelo o Festival de Dança com amostra de vários ritmos e grupos de dança. Pela manhã, os artistas reunião-se em oficinas de teatro e dança ministradas pelos professores Marcelo Bones(MG), Oficina de teatro de Rua, Wetemberg Nunes(TO) Oficina de bonecos gigantes e Beatriz Brooks(RR) oficina de dança indiana.
O Festival Amazônia  Encena na Rua é realizado pelo O Imaginário, que atua desde 2005 no contexto de promoção e de produções ligadas às mais diversas espécies de linguagem teatral. Em seus trabalhos, o Grupo sempre busca discutir a relação do público, do teatro e da cidade, e investe na vinda de especialistas em teatro para qualificar e melhorar o nível técnico dos espetáculos, promovendo a troca de experiências e interações de um jeito inovador para movimentar a cena na Amazônia.
Para o produtor Chicão Santos, o evento é um “festival de possibilidades e trocas, que trata da nossa responsabilidade social, cultural, ambiental e tem como ponto fundamental a experimentação de novas linguagens no teatro de rua. E o fundamental é a participação do público. Nesse sentido, ainda pontua o produtor ”Nosso grande anseio, desde a idealização do Festival, é de romper as fronteiras geográficas.” 
Clique aqui e veja as fotos do evento.

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O grupo de Teatro Wankabuki surgiu na Universidade Federal de Rondônia, em agosto de 2003, começaram as reuniões aos sábados no auditório da Unir.O primeiro espetáculo montado pelo grupo foi Morte e Vida Severina uma adaptação do texto de João Cabral de Melo e Neto, feita por Luiz Antônio de Araújo.Em seguida, o grupo montou A Lenda da Ecologia texto do Prof. Oswaldo Gomes que estreou em 20 de julho de 2005. A peça participou do Festival de Teatro Coração de Rondônia, no município de Ji-paraná em agosto desse ano.Em 2006 são montados mais dois espetáculos: Vai, Carlos! Ser Gauche na vida que estréia em 07 de abril e Tragédia no lar apresentado pela primeira vez na escola Wilson Camargo para os alunos do período noturno. Os dois espetáculos são adaptações das poesias, respectivamente, de Carlos Drummond de Andrade e Castro Alves. Em 2009, estreia Perdidos na Floresta texto de Antero de Sales e o grupo inicia os trabalhos para se institucionalizar, em janeiro de 2010, o grupo de Teatro Wankabuki consegue seu registro, com a Razão social de ATEW - Associação de Teatro e Educação Wankabuki.







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